terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fim de noite

De manhã a criação pede uma folga.

Tempo pra ficar sozinha com calma.

E ronca e sonha com poemas que nascerão.

Gestados nos sonhos e nas imagens noturnas do inconsciente.


É hora de ir pra cama, diz a consciência.

A consciência sempre amiga do conselho.
Aconselha de se esquecer estas bobagens de inconsciente.

Que ataca à vaca louca a noite.


Diz a consciência pra fazer o que se deve fazer.

E nada mais.

Diz e morre pra dormir no inconsciente.

Pedindo e seguindo a desobediência.

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